Category Archives: Carnes

Portobellos recheados

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Hoje foi dia de limpezas maiores cá em casa… O resultado foi que pela hora do lanche, já tardio, estávamos esfomeados. Fomos a uma casa de croissants que uma amiga me «apresentou» recentemente… e como tal, a hora do jantar acabou por ser adiada, e a escolha recaiu sobre qualquer coisa leve, mas saborosa.

Ingredientes:

2 cogumelos Portobello (grandes)

1/2 cebola

3 dentes de alho

500 g de carne de porco picada

1 courgette

queijo gruyère ralado na hora

azeite, polpa de tomate, pimentão picante, sal, noz-moscada e cominhos a gosto

Preparação:

Comecei por cortar as courgettes em fatias com cerca de 1/2 cm de espessura. Dispu-las sobre um tabuleiro de ir ao forno, reguei com um fio de azeite, sal grosso e um dente de alho picado fino e levei ao forno (200ºC) enquanto preparei o resto.

Piquei a cebola e os restantes 2 dentes de alho  refoguei em azeite até ficar transparente. Juntei então a carne picada, que deixei alourar. Uma vez corada a carne, juntei a polpa de tomate, os pés e parte do interior dos cogumelos picados, a noz moscada, os cominhos, o pimentão picante e o sal e deixei apurar durante uns minutos, tapado e em lume brando.

Enchi os cogumelos com a carne picada (não gastei a quantidade toda… acabou por sobrar cerca de metade, que amanhã vai virar molho para uma massa) e coloquei em cima de cada um, um montinho de queijo gruyère ralado grosso.

Dispus os cogumelos sobre as courgettes, que já estavam praticamente assadas e levei mais alguns minutos ao forno, até o queijo estar bem douradinho.

(até o mais-que-tudo, que é pouco amigo de pratos onde os vegetais têm destaque, aprovou – inclusive as courgettes, que ganharam bastante sabor, entre o alho picado e o molho libertado pelos portobellos).

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Coelho à Januário

Em todas as casas há ingredientes favoritos e ingredientes proscritos… a nossa não é excepção. O problema, é que entre aquilo que eu não como (carne de vaca, sardinhas) e o que não come a minha cara metade (borrego, cabrito, pimentos, ananás), sobram poucas variedades de carne. O frango e o porco são as carnes que mais consumimos, mas, para variar, temos comido mais coelho. O problema do coelho é que sempre me pareceu uma carne menos versátil que as restantes. Fazia-o sempre estufado, ou «à moda da minha mãe»… fica bom de qualquer das maneiras, mas rapidamente nos fartamos de repetir sempre as mesmas receitas. De modo que me pus à procura de alternativas, e optei por esta, do blog «As Minhas Receitas». Aliás, este blog oferece várias alternativas atraente, que quero experimentar.

Dupliquei as quantidades e fiz pequenas alterações.
1 coelho
4 colheres de sopa de azeite
2 cebolas grandes picadas
4 dentes de alho picados
8 colheres de sopa de salsa picada (não usei)
2 dl de vinho branco
1 dl de caldo (usei caldos de alho e coentros)
2 colheres de sobremesa de farinha
2 colheres de sobremesa de manteiga
sal e pimenta q.b.

Alourei o coelho no azeite. Só depois juntei a cebola, o alho, o caldo, o vinho branco e os temperos. Tapei e deixei cozer lentamente durante 1h30m. Antes de servir, retirei o coelho e engrossei o molho com a farinha e a manteiga.
Servi com esparguete cozido.

O frango revisitado

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Cá em casa somos só dois, por isso, no dia seguinte a qualquer frango assado, há sempre uma receita com aproveitamento de frango. E os restos de frango são mesmo das coisas mais versáteis e práticas que há.
Hoje, foi uma salada de frango.

Restos de frango assado desfiado
1 lata (pequena) de ervilhas e cenouras cozidas
1 lata (pequena) de milho doce
2 pêssegos pequenos
200g de couscous
10 cornichons (pequenos, ou menos dos grandes, cortados às rodelas)

Para o molho:
1 cm. de gengibre fresco ralado
1 colher de chá de mostarda de Dijon
1 colher de sopa de geleia de pêssego
sal, vinagre e azeite a gosto.

E pronto, basta misturar os ingredientes do molho, cozer o couscous, cortar o pêssego em pedacinhos, e juntar tudo. Fica com um sabor bastante suave, levemente agridoce e picante. Quem preferir um sabor mais intenso pode aumentar nas doses de gengibre e mostarda (picante), vinagre (ácido), ou compota de pêssego (doce), conforme o seu gosto.

Frango assado… sem batatas fritas

Hoje à noite fiz um banal frango assado, mas inovei nos acompanhamentos.

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Frango com batatas doces
1 frango, 1 colher de chá de pimentão doce, 1 colher de café de pimentão picante, sal grosso a gosto, 4 dentes de alho, azeite para ligar.
Num almofariz faz-se uma pasta com todos os temperos, com a qual se massaja o frango, por dentro e por fora.
Coloca-se num prato de forno, no qual se dispõe também uma batata doce grande (ou mais, das pequenas), descascada e cortada em cubos. salpica-se algum sal nas batatas e vai ao forno a 200ºC durante cerca de uma hora.

Ao mesmo tempo, aproveitei uma sobra de arroz de milho que tinha, fazendo um arroz de inspiração asiática…

– sobra de arroz de sabor neutro (branco, de cenoura, de ervilhas, de milho…)
– 1 colher de sopa de azeite;
– 1colher de chá de curcuma (açafrão das índias);
– 1 pitada de noz moscada, e de cominhos;
– nozes (a gosto);
– 1/2 maçã verde ralada.
Deitei uma colher de sopa de azeite numa frigideira, e refoguei ligeiramente um pouco de sementes de coentro moídas, 1 colher de chá de curcuma, um pouco de noz moscada e um pouco de cominhos. Juntei a esta mistura o arroz, que fritei, mexendo sempre. Depois de bem quente, desliguei, e adicionei um punhado de nozes e meia maça verde ralada.

O resultado, um clássico de todos os dias, aproveitando sobras, e com um gostinho diferente.
O jantar foi seguido de uma fatia de cheesecake com compota caseira de pêssegos… mas a receita ainda não me saiu bem como queria. Depois de testar as alterações que planeio à receita, será postada.

Coxinhas de frango com cebola

Tira-se a pele a coxinhas de frango. Colocam-se num tabuleiro de ir ao forno. Cobrem-se com um pacote de sopa de cebola – sim, isso mesmo, assim em pó, e sem preparar antes a sopa – e rebolam-se um bocadinho para ficarem cobertas por todos os lados. Deita-se por cima um pacote de natas (magras para aliviar a consciência). Leva-se ao forno a 200º até estar bem douradinho (cerca de 50 minutos).

Sim, é mesmo só isto! Servi com o arroz basmati normal e teve sucesso aqui no doce lar… que cheira bem até agora.

Hambúrgueres caseiros

Hoje fiz uma coisa muito rara cá em casa – mas mesmo muito rara – batatas fritas e hambúrgueres. Mas claro que tinham que ser caseiros, que a concessão não vai assim tão longe. Ora aqui fica a receita.

Piquei um bom pedaço de carne de porco do lombelo – relativamente limpa de gordura e tenra – com uma cebola grande e temperos (pimenta, noz moscada, salsa, alho, sal), tudo ao mesmo tempo no robot de cozinha, até estar relativamente macio e homogéneo.

Pus num prato um bocadinho de pão ralado com alho e salsa. Depois, não podia ser mais fácil: é só formar bolas com a mistura de carne e achatá-las no prato de pao ralado, cobrindo-as dos dois lados.Ficam umas bolachas toscas, mas quanto a mim ficam com um aspecto mais interessante que os de compra.

Optei por fazer 4 hamburgueres bastante altos e grandes para o almoço e 6 pequeninos e mais finos que guardei para comer num pão com os acompanhamentos do costume (alface, tomate, ketchup, pickles, queijo, o que mais gostarem) ao jantar. Claro que os maiores têm que fritar em lume mais brando para cozerem por inteiro sem queimar por fora (como são de carne de porco, não convém que fiquem mal passados), enquanto os pequeninos podem fritar mais depressa.

Servi com batatas fritas (caseiras, nada de pré-fritas) e cornichons.

O namorido, que andava com desejos de hamburgueres ficou satisfeito, e eu sempre fugi ao McDonalds e sei o que estava no meu prato.

Bom apetite!
(nota: a foto não é minha… os hambúrgueres desapareceram antes de os fotografar. Tirada daqui)

Folar de Chaves

bola de carne

Esta já foi feita há uns meses…

A receita foi esta:
FOLAR DE CHAVES

Ingredientes:

(Para dois folares)

– 1 Dúzia de ovos caseiros

– 1 kg de farinha (55)

– 125 Gramas de manteiga

– Presunto de Chaves q.b.

– Linguiça caseira q.b.

– Salpicão caseiro q.b.

– Carne gorda de porco q.b.

– Uma chávena (de café) de azeite

– Fermento q.b.

– Sal grosso q.b.

(daqui)

Usei presunto (que achei que teria ficado melhor se tivesse sido previamente cozido em água sem sal para ficar mais macio e menos salgado), salpicão de carne, chouriço de carne, e umas febras que refoguei com um pouco de azeite e colorau. A massa fica muito saborosa.