Lombos de pescada de coentrada

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Esta é uma receita que faço muitas vezes. A receita original é do livro «As receitas do sítio docostume», que o Pingo Doce editou com as receitas que publicava semanalmente. (Tenho imensa pena que esta ideia não se repita… Há imensos supermercados a publicar receitas todas as semanas, mas as fichinhas soltas não dão jeito nenhum e acabam por se perder. Os livrinhos são muito mais práticos…) Acabei por adaptar a receita, de tanto a usar: a versão que se segue, é a minha adaptação.

1 embalagem de lombos de pescada (usei uma de 400g)

1/2 limã0

2 dentes de alho

1 molho de coentros frescos (usei a maior parte de um saquinho de 40g)

azeite

1 colher de sopa de farinha

meio copo de vinho branco

Temperam-se os lombos de pescada com o sumo de meio limão e sal.

No copo misturador, trituram-se os dois dentes de alho e a maior parte dos coentros (deixam-se algumas folhas de parte para decorar), com um fio de azeite e metade do vinho branco. (A receita original usava menos vinho e não o juntava neste passo, mas verifiquei que a mistura ficava bastante espessa e difícil de retirar do copo).

Leva-se ao lume a mistura anterior e deixa-se alourar um pouco. Junta-se então o restante vinho, um pouco de água, sal e pimenta a gosto e engrossa-se o molho com a farinha, mexendo sempre. Dispõem-se os lombos de pescada sobre o molho, cobre-se e deixa-se cozer em lume brando. Gosto de juntar neste ponto a marinada de sumo de limão onde estava a pescada.

Servi com arroz branco e polvilhei com coentros frescos.

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Nota comercial: formas de bolos ao preço da chuva!

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Estou maravilhada: comprei duas formas redondas de fundo amovível iguais (para fazer bolos recheados), uma forma de coração, uma forma de bolo inglês e um tabuleiro rectangular pequeno (a pensar em brownies e outros quadradinhos do estilo…), todos anti-aderentes, por 13€!!! No deBorla. Não tenho comissão, juro. Mas vale bem a pena! (Só não se vê aí em cima o tabuleiro rectangular, que foi usado para os portobellos!)

Portobellos recheados

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Hoje foi dia de limpezas maiores cá em casa… O resultado foi que pela hora do lanche, já tardio, estávamos esfomeados. Fomos a uma casa de croissants que uma amiga me «apresentou» recentemente… e como tal, a hora do jantar acabou por ser adiada, e a escolha recaiu sobre qualquer coisa leve, mas saborosa.

Ingredientes:

2 cogumelos Portobello (grandes)

1/2 cebola

3 dentes de alho

500 g de carne de porco picada

1 courgette

queijo gruyère ralado na hora

azeite, polpa de tomate, pimentão picante, sal, noz-moscada e cominhos a gosto

Preparação:

Comecei por cortar as courgettes em fatias com cerca de 1/2 cm de espessura. Dispu-las sobre um tabuleiro de ir ao forno, reguei com um fio de azeite, sal grosso e um dente de alho picado fino e levei ao forno (200ºC) enquanto preparei o resto.

Piquei a cebola e os restantes 2 dentes de alho  refoguei em azeite até ficar transparente. Juntei então a carne picada, que deixei alourar. Uma vez corada a carne, juntei a polpa de tomate, os pés e parte do interior dos cogumelos picados, a noz moscada, os cominhos, o pimentão picante e o sal e deixei apurar durante uns minutos, tapado e em lume brando.

Enchi os cogumelos com a carne picada (não gastei a quantidade toda… acabou por sobrar cerca de metade, que amanhã vai virar molho para uma massa) e coloquei em cima de cada um, um montinho de queijo gruyère ralado grosso.

Dispus os cogumelos sobre as courgettes, que já estavam praticamente assadas e levei mais alguns minutos ao forno, até o queijo estar bem douradinho.

(até o mais-que-tudo, que é pouco amigo de pratos onde os vegetais têm destaque, aprovou – inclusive as courgettes, que ganharam bastante sabor, entre o alho picado e o molho libertado pelos portobellos).

Coelho à Januário

Em todas as casas há ingredientes favoritos e ingredientes proscritos… a nossa não é excepção. O problema, é que entre aquilo que eu não como (carne de vaca, sardinhas) e o que não come a minha cara metade (borrego, cabrito, pimentos, ananás), sobram poucas variedades de carne. O frango e o porco são as carnes que mais consumimos, mas, para variar, temos comido mais coelho. O problema do coelho é que sempre me pareceu uma carne menos versátil que as restantes. Fazia-o sempre estufado, ou «à moda da minha mãe»… fica bom de qualquer das maneiras, mas rapidamente nos fartamos de repetir sempre as mesmas receitas. De modo que me pus à procura de alternativas, e optei por esta, do blog «As Minhas Receitas». Aliás, este blog oferece várias alternativas atraente, que quero experimentar.

Dupliquei as quantidades e fiz pequenas alterações.
1 coelho
4 colheres de sopa de azeite
2 cebolas grandes picadas
4 dentes de alho picados
8 colheres de sopa de salsa picada (não usei)
2 dl de vinho branco
1 dl de caldo (usei caldos de alho e coentros)
2 colheres de sobremesa de farinha
2 colheres de sobremesa de manteiga
sal e pimenta q.b.

Alourei o coelho no azeite. Só depois juntei a cebola, o alho, o caldo, o vinho branco e os temperos. Tapei e deixei cozer lentamente durante 1h30m. Antes de servir, retirei o coelho e engrossei o molho com a farinha e a manteiga.
Servi com esparguete cozido.

Descobertas

Aqui bem perto de minha casa há uma lojinha de produtos brasileiros. Já tinha passado muitas vezes à sua frente, mas só hoje decidi entrar e espreitar. Abusam um bocado dos preços, mas têm coisas curiosas que não se encontram no supermercado.
Lembrei-me de, há tempos atrás, ter visto num blog de culinária Brasileiro receitas de Kibe… e de não fazer ideia do que isso fosse… por isso, quando vi um pacote de trigo para kibe, decidi arriscar e trazê-lo comigo. Escusado dizer que já não sei qual foi o blog onde tinha visto essas receitas e ando agora à procura de outras… Mas estou curiosa para saber qual o resultado. Aparentemente, os kibes são uma espécie de croquetes, feitos com o tal trigo e carne picada, que podem ser fritos ou assados. Não vai ser hoje a experiência, porque já tenho um coelho no frigorífico à espera que lhe dê uso, mas em breve espero postar aqui o resultado desta descoberta.

Trouxe ainda uma embalagem de paçoquita, um doce de amendoim muito bom e muito, muito enjoativo, e umas coxinhas de frango com queijo catupiri congeladas, só por me lembrar do ar babado de uma amiga, quando regressou da lua de mel no Brasil, a descrever todas as iguarias que levavam esse queijo… desde essa altura (e já lá vão uns bons 8 anos!) que tenho curiosidade de conhecer esse queijo. Será assim, mesmo que não seja, certamente, a maior iguaria possível…

Aqui ficam, para já, umas receitas de kibe que encontrei. Acabarei por fazer a minha versão, misturando estas e talvez outras que encontre. receita 1. receita 2. receita 3. receita 4.

Post à posteriori…

O quibe acabou por sair pouco interessante… Não é que tenha ficado mal, mas ficou um tanto ou quanto seco. Optei pela versão simples, sem recheios, e parece-me que optei mal. Um recehio de carne e/ou queijo podia ter feito toda a diferença…Mas foi uma experiência!

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O frango revisitado

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Cá em casa somos só dois, por isso, no dia seguinte a qualquer frango assado, há sempre uma receita com aproveitamento de frango. E os restos de frango são mesmo das coisas mais versáteis e práticas que há.
Hoje, foi uma salada de frango.

Restos de frango assado desfiado
1 lata (pequena) de ervilhas e cenouras cozidas
1 lata (pequena) de milho doce
2 pêssegos pequenos
200g de couscous
10 cornichons (pequenos, ou menos dos grandes, cortados às rodelas)

Para o molho:
1 cm. de gengibre fresco ralado
1 colher de chá de mostarda de Dijon
1 colher de sopa de geleia de pêssego
sal, vinagre e azeite a gosto.

E pronto, basta misturar os ingredientes do molho, cozer o couscous, cortar o pêssego em pedacinhos, e juntar tudo. Fica com um sabor bastante suave, levemente agridoce e picante. Quem preferir um sabor mais intenso pode aumentar nas doses de gengibre e mostarda (picante), vinagre (ácido), ou compota de pêssego (doce), conforme o seu gosto.

Frango assado… sem batatas fritas

Hoje à noite fiz um banal frango assado, mas inovei nos acompanhamentos.

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Frango com batatas doces
1 frango, 1 colher de chá de pimentão doce, 1 colher de café de pimentão picante, sal grosso a gosto, 4 dentes de alho, azeite para ligar.
Num almofariz faz-se uma pasta com todos os temperos, com a qual se massaja o frango, por dentro e por fora.
Coloca-se num prato de forno, no qual se dispõe também uma batata doce grande (ou mais, das pequenas), descascada e cortada em cubos. salpica-se algum sal nas batatas e vai ao forno a 200ºC durante cerca de uma hora.

Ao mesmo tempo, aproveitei uma sobra de arroz de milho que tinha, fazendo um arroz de inspiração asiática…

– sobra de arroz de sabor neutro (branco, de cenoura, de ervilhas, de milho…)
– 1 colher de sopa de azeite;
– 1colher de chá de curcuma (açafrão das índias);
– 1 pitada de noz moscada, e de cominhos;
– nozes (a gosto);
– 1/2 maçã verde ralada.
Deitei uma colher de sopa de azeite numa frigideira, e refoguei ligeiramente um pouco de sementes de coentro moídas, 1 colher de chá de curcuma, um pouco de noz moscada e um pouco de cominhos. Juntei a esta mistura o arroz, que fritei, mexendo sempre. Depois de bem quente, desliguei, e adicionei um punhado de nozes e meia maça verde ralada.

O resultado, um clássico de todos os dias, aproveitando sobras, e com um gostinho diferente.
O jantar foi seguido de uma fatia de cheesecake com compota caseira de pêssegos… mas a receita ainda não me saiu bem como queria. Depois de testar as alterações que planeio à receita, será postada.